Imperatriz – A
Secretaria Municipal de Saúde (Semus), por intermédio da Vigilância Sanitária,
após reunir no mês passado proprietários de açougues visando conscientizá-los
sobre a importância de regularização desses estabelecimentos junto ao órgão,
começou nessa semana a fiscalizá-los.
Dos
256 açougues existentes em Imperatriz, menos de 30% estão regularizados. A
medida, de caráter preventivo, tem o objetivo de coibir a comercialização de
carne em ambientes que não estejam dentro das normas sanitárias exigidas pelo
Ministério da Saúde.
A
coordenadora da Vigilância Sanitária, Dinaldete Marques, alerta sobre os
perigos de se consumir carne em estabelecimentos que não cumprem a legislação,
correndo o risco de doenças acometidas por carnes que são comercializadas sem
refrigeração e armazenamento adequados. “Os que continuarem irregulares
sofrerão punições, inclusive com pagamento de multa e a interdição do local”,
disse.
Ela
garante, com o início das fiscalizações, que não haverá tolerância com as
irregularidades, pois esclarece que o trabalho do orientação já foi realizado,
inclusive dando prazo aos donos de açougues para se adequarem, e para renovação
de alvará. “Esse trabalho de inspeção será intensificado e os açougues e casas
de carne irregulares sofrerão punições”, garante.
Dinaldete
Marques assinala que o trabalho de fiscalização conta com o apoio do Ministério
Público, que incentiva a regularização dos serviços oferecidos pelos açougues e
casas de carne em Imperatriz.

Documentação exigida – Os
proprietários de açougues e casas de carnes deverão apresentar os seguintes
documentos para regularização: Pessoa física: requerimento e croqui de
localização que é fornecido pela Vigilância Sanitária, RG e CPF do
proprietário, comprovante de endereço, atestado médico do proprietário e dos
funcionários e pagamento de taxa.
No
caso de pessoa jurídica, deverão ser apresentados os seguintes documentos:
requerimento e croqui de localização (Vigilância Sanitária), Cadastro Nacional
de Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição estadual, ato constitutivo (contrato
social ou declaração de firma individual), RG e CPF do proprietário, atestado
médico do proprietários e dos funcionários mais pagamento de taxa. [Da Ascom]
A
coordenadora Dinaldete Marques (Vigilância Sanitária) diz que inicia inspeções
em açougues de Imperatriz
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